sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

DO BLOG VERDADE VIEIRENSE - POR LEVINO LACERDA DE LIMA

Com a permissão do blog verdade vieirense e de Levino Lacerda de Lima, ouso transcrever aqui a nota abaixo, dizendo que essa é a mais pura verdade, não somente em nossa querida Marcelino Vieira, mas, em muitos outros municípios deste nosso imenso Brasil. É o toma lá dá cá, o favorecimento em troca de voto, uma sacanagem que se perpetua, principalmente, nas pequenas cidades, onde a Prefeitura ao invés de estimular o crescimento com a criação de empregos de verdade, vicia o cidadão com o pagamento de salários, miseráveis, onde eles,governantes, muita das vezes recebem parte desse salário sem trabalho em troca.Como diria Casoy: ISTO É UMA VERGONHA. Parabéns Levino pela bela postagem. Dedé de Dedeca. quinta-feira, 31 de outubro de 2013 Os otários e os barnabés Por Levino Lacerda de Lima Na minha cidade o problema é que muitas pessoas querem um emprego, e não um trabalho. Cultuou-se em Marcelino o emprego de gabinete. De preferência aquele pelo qual a pessoa recebe e fica em casa somente . São os chamados “gafanhotos”, celebrizado pela política desde os primórdios. Desde a época do meu pai, ouço relatos dos mais velhos dizendo que, no início da criação do município de Marcelino Vieira, no ano de 1953, quando foi desmembrado do município de Pau dos Ferros, era difícil encontrar interessados quem quisesse ocupar um cargo público. Laçavam-se pessoas na calçada para oferecer emprego. O serviço público, naquela época, era sem prestígio, pois era considerado um ofício para gente que não tinha o que fazer. Os anos foram avançando, o Estado crescendo e o serviço público tornou-se a principal fonte de renda em Marcelino Vieira. Na década de 80 os servidores ainda eram “pegos a laço”, mas desta vez com critérios partidários. O funcionalismo deixou de ser um ofício desprestigiado para se tornar a principal “mercadoria eleitoral”, pois os políticos que foram chegando viram nos barnabés a possibilidade de pôr um cabresto político em todos, diante da economia do contracheque oficializada. Por alguns anos, os políticos andavam na periferia distribuindo cargos públicos em troca de votos das famílias. Bastava acertar os votos com a família que uma vaga no governo, na prefeitura ou no gabinete de algum parlamentar estava garantida. E não precisava trabalhar. Apenas receber. Anos se passaram e os gabinetes políticos tornaram-se locais disputados por gente querendo uma boquinha no governo em meio aos pedidos de botija de gás, dinheiro para pagar conta de água, vale transporte, passagens áreas e cirurgias de laqueadura ou uma dentadura. O bolso do prefeito nos eventos saía cheio de bilhetinhos com os pedidos dos eleitores. O funcionalismo público então tornou-se uma fábrica de votos, mas os políticos deram um jeito de ganhar dinheiro com isso. Então, criaram os “gafanhotos”, aqueles que desta vez emprestariam o nome para que fossem contratados, mas receberiam apenas uma pequena parte do gordo cargo comissionado, e devolveriam a maior parcela para o político. O final da história todos sabem. Mas os executores da “gafanhotagem” permanecem até hoje executando os mesmos esquemas. Afinal, a sociedade apóia e deseja que a “gafanhotagem” prossiga, pois enquanto tiver o político assistencialista e o governo paizão, ninguém quer trabalhar. Trabalhar tornou-se coisa para o otário. O esperto recebe sem trabalhar. Esta é a mentalidade que está consolidada no inconsciente coletivo vieirense. A pessoa já sai da faculdade querendo ser “gafanhoto”. E sobra trabalho para os “otários”...

MORRE JOSÉ UBIRAJARA DE MORAES

A Diretoria do Centro Pauferrense, em Natal (RN), vem, mais uma vez, consternado, levar ao conhecimento de seus Associados e, de uma maneira geral, ao conhecimento de todos os Pauferrenses e, ao povo em geral, o FALECIMENTO DE DR. JOSÉ UBIRAJARA DE MORAIS, ocorrido hoje, por volta do meio dia, na Casa de Saúde São Camilo de Lélis, nesta Capital. O falecido conhecido, carinhosamente, por Dr. Bira, foi Dentista, Advogado, Professor e Diretor do Colégio 4 de Setembro, em Pau dos Ferros (RN), onde, também, foi Vice-Prefeito, tendo prestado relevantes serviços ao município e à cominidade, em diversas áreas. Deixou viúva a Sra. Maria Cristina Diógenes de Morais e os filhos Cadidja e Rousseau, a quem apresentamos nossas condolências e votos de Consolação e Paz.C O ENTERRO ACONTECERÁ AMANHÃ, ENTRE 9 E 10 HORAS NA CIDADE DE PAU DOS FERROS (RN). NOTA - FOTO COPIADA DE FOLHA REGIONAL.

MORRE PÁROCO ÉMERITO DE SANTANO DO MATOS

Morre pároco emérito de Santana do Matos Publicação: 10 de Janeiro de 2014 às 08:49 Enviar por email Imprimir Aumentar Fonte Diminuir Fonte Faleceu, no final da tarde de ontem (9), em Santana do Matos, o Monsenhor José Edson Monteiro, aos 86 anos de idade, vítima de insuficiência respiratória. O corpo está sendo velado na Igreja Matriz de Santana do Matos, onde, às 16 horas desta sexta-feira (10), vai haver missa, presidida pelo arcebispo, Dom Jaime Vieira Rocha. Após a missa, o corpo será sepultado no interior da Igreja. DivulgaçãoMonsenhor José Edson Monteiro chegou a ser prefeito de Santana do MatosMonsenhor José Edson Monteiro chegou a ser prefeito de Santana do Matos Natural de Angicos, Monsenhor Monteiro nasceu em 28 de setembro de 1927. Foi ordenado sacerdote em 30 de novembro de 1952. Em 1953, assumiu a Paróquia de Santana, em Santana do Matos, função que desempenhou por 55 anos. Mesmo depois de emérito, continuou residindo em Santana do Matos. Ele também foi prefeito do município de Santana do Matos por duas gestões: de 1968 a 1972 e de 1977 a 1982. Copiado de Tribuna do Norte. Nota do Blogueiro Tive o prazer do conhecer Padre Monteiro quando, juntamente com Eurilo (Gerente do BB em Campo Grande, na época)fomos providenciar as instalações do BB naquela cidade e fomos recebidos por Padre Monteiro, que era o Prefeito.

ENTERRO DO EX-SENADOR JOÃO FAUSTINO FERREIRA NETO

Pedro Andrade e Vinícius Menna repórteres O ex-senador e ex-deputado federal João Faustino Ferreira Neto, morreu ontem de madrugada em decorrência de complicações cardíacas, no Hospital do Coração, em Natal, onde estava internado para tratar uma suposta pneumonia. Diagnosticado há cerca de 15 dias com leucemia mieloblástica aguda, o ex-professor e ex-secretário de Educação dos governos Municipal e Estadual morreu à 1h10 dessa quinta-feira, aos 71 anos. O velório e o sepultamento ocorreram no cemitério Morada da Paz, no bairro Emaús, em Parnamrim. Joana LimaArcebispo metropolitano, Dom Jaime Vieira Rocha celebrou a missa de corpo presente no Cemitério Morada da Paz e destacou atuação de João FaustinoArcebispo metropolitano, Dom Jaime Vieira Rocha celebrou a missa de corpo presente no Cemitério Morada da Paz e destacou atuação de João Faustino Segundo o filho Edson Faustino, já sentindo-se cansado a ponto de não poder mais andar, o ex-senador acabou sendo internado no último dia 6. A morte de João Faustino repercutiu no meio político potiguar e nacional, que relembrou seu histórico de atuação e participação política. Nascido em Recife no dia 16 de julho de 1942, o ex-deputado federal viveu dramas como o assassinato de seu pai aos nove anos, já morando em Natal. A participação política teve início no movimento estudantil na União Estadual dos Estudantes do Rio Grande do Norte (UEERN), até fundar o PSDB no RN e ocupar cargos no governo federal e do Estado de São Paulo. Mas, antes disso, Faustino se graduou em Pedagogia e Matemática, tornando-se professor universitário. Foi o primeiro diretor da Escola Técnica Federal do RN (ETFRN), antes chamada de Escola Industrial e atual Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN). No início da década de 1970 deixou a sala de aula para começar sua carreira política. saiba mais Familiares e amigos prestam homenagens Em 1971 assumiu o cargo de secretário municipal de Educação, onde permaneceu até 1972. Três anos depois tornou-se secretário estadual da mesma pasta, permanecendo até 1979. Com passagens pelos partidos PDS e PFL, atualmente era filiado ao PSDB. Eleito pela primeira vez deputado federal em 1978, pelo antigo partido Arena, conseguiu a reeleição em 1982 e novamente em 1990. Candidaturas Em 1986 foi candidato a governador do Rio Grande do Norte, apoiado por José Agripino Maia e Lavosier Maia, mas foi derrotado pelo candidato do PMDB, o ex-senador e ex-governador Geraldo Melo. Apesar da perda, foi nesse ano que João Faustino adotou a denominação que o acompanhou até a morte: “João do Coração”. “Nós fomos protagonistas de uma campanha memorável. Éramos candidatos amigos, que se respeitavam e foi graças a isso, depois de passado o meu governo, que nós tivemos toda a naturalidade, não só para cultivar a amizade antiga, mas para nos abrigarmos no mesmo partido. Eu fui para o PSDB e no PSDB fiquei ao lado dele, eu como presidente do partido e ele como presidente de honra”, contou Geraldo Melo. Durante sua carreira política, João Faustino tentou ainda o cargo de prefeito de Natal, tendo concorrido em 1996 com Hermano Morais como vice-prefeito. Foi derrotado e as candidatas Fátima Bezerra e Wilma de Faria disputaram o segundo turno. Já em 2002 foi eleito como 1º suplente do senador Garibaldi Alves Filho, vindo a exercer o cargo duas vezes durante os dois mandatos. Da última vez, foi senador durante o mês de janeiro de 2011, quando Garibaldi deixou o posto para tornar-se ministro da Previdência. Quando morreu, ocupava o cargo de 1º suplente do senador José Agripino Maia, eleito em 2010. Ainda na política, João Faustino participou da fundação do partido o qual pertencia ultimamente junto a Roberto Furtado e Odilon Coutinho. O ex-senador teve cargos importantes, tanto no Governo do Estado de São Paulo durante gestão do ex-ministro José Serra, quanto durante o segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso na presidência da República. João Faustino Ferreira Neto foi casado com Sônia Fernandes, que deixou viúva junto aos filhos Edson, Lissa e Fafá. Nos estudos, além das graduações de Matemática e Pedagogia, feitas antes de iniciar a carreira de professor e de político; além das pós-graduações na Fundação Getúlio Vargas e na Universidade de Michigan, nos Estados Unidos; João Faustino cursou Direito na Universidade Potiguar (UnP), cuja graduação receberia na próxima semana. Em novembro de 2012, lançou o livro “Eu perdoo”, onde fez uma trajetória de sua vida pessoal e pública.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

REDUÇÃO DO PROGRAMA DO LEITE

Falta de recursos encolhe Programa Andrielle Mendes - Repórter O governo do estado reduziu pela metade o volume de leite distribuído aos beneficiários do Programa do Leite no Rio Grande do Norte, que passou de 130 mil litros por dia, distribuído no auge do programa, para 67 mil. A redução está em vigor desde o início do mês e só deverá ser revista em janeiro de 2014, quando o governo espera concluir o recadastramento dos beneficiários e excluir todos os que não se encaixam no perfil do programa. Segundo o secretário de Agricultura do estado, Tarcísio Bezerra, famílias que antes recebiam até sete litros por semana, receberão três ou, no máximo, quatro. O número de beneficiários também poderá cair em 2014, segundo o secretário. O governo está recadastrando os beneficiários em todos os municípios. O recadastramento, realizado em parceria com a Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural, será concluído até dezembro e deverá reduzir a lista de famílias contempladas. “Tem gente que está dentro e deveria estar fora”, observa o secretário. De acordo com o secretário, o Estado não dispõe de recursos suficientes para bancar o programa com o volume de leite que estava sendo distribuído. “O programa nos custa R$ 6,6 milhões todo mês. Não temos orçamento para isso. Com esse corte, vamos reduzir para R$ 3,5 milhões para poder pagar e aos poucos ir colocar o que está atrasado em dia”. O secretário confirma que o governo deve cerca de R$ 9,5 milhões aos fornecedores do programa. Dívida que, segundo ele, será saldada em quatro ou cinco meses. Impactos Para o Sindicato dos Produtores de Leite do Estado (Sinproleite), a redução no volume comprado aos produtores poderá colocar o programa de volta nos eixos, desde que acompanhada pelo monitoramento da qualidade do leite distribuído, pelo aumento do preço ao fornecedor e pela regularização do pagamento. “Sem isso, a mudança será um desastre”, diz o presidente, Marcelo Passos. O Sindicato das Usinas de beneficiamento de Leite (Sindileite) se diz preocupado com o impacto da redução. “Com essa redução, muitos produtores e usinas poderão quebrar no estado”, afirma Dalton Cunha, presidente do Sindicato. Segundo ele, 20 usinas de beneficiamento fornecem leite para o governo atualmente. Deste total, quatro só vendem para o governo. A redução no volume vendido ao governo levará, segundo ele, a uma redução na receita das empresas e poderá gerar demissões no setor. Hoje o governo compra, sozinho, metade de tudo o que as usinas produzem. O sindicato das usinas se reúne hoje com o secretário de Agricultura. O dos produtores tenta agendar uma reunião para essa semana. “Queremos discutir a forma como se deu essa redução”, diz Cunha. “Precisamos fazer ajuste em função do orçamento” Bate-papo - Tarcísio Bezerra - Secretário de Agricultura do estado O Programa do Leite passou por algumas mudanças essa semana. Poderia detalhá-las? O programa passou por uma drástica redução. Redução em termos de quê? De volume de leite distribuído? De número de beneficiários? Estamos reduzindo o volume de leite distribuído por dia, porque precisamos fazer um ajuste em função do orçamento disponível. Além disso, estamos fazendo um recadastramento em todos os municípios. Já fizemos esse cadastramento na região de Currais Novos e constatamos que seria possível reduzir em até 50% o volume. Seria uma redução de quanto em todo o Estado? De 50%. E isso representa quantos litros por dia? Uma redução de 110 mil litros por dia para 67 mil. Mas porque reduzir pela metade? Justamente por causa do resultado dessa prospecção na região de Currais Novos. O número de beneficiários também cai pela metade? Não. O número permanece. O volume distribuído já caiu? Sim, desde o início de novembro. Por que a redução é necessária? Porque vamos ter que trabalhar com os recursos disponíveis para o programa. Com a redução, os recursos disponíveis vão permitir que em quatro, cinco meses, a gente coloque tudo (os débitos) em dia e ao mesmo tempo comece a pagar sem mais atrasos. Copiado do Jonal Tribuna do Norte.

PEDIDO DE IMPEACHMENT DA GOVERNADORA

Pedido de impeachment será lido em plenário da Assembleia Na sessão de hoje da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte será lido o pedido do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde para o impeachment da governadora Rosalba Ciarlini (DEM). O processo foi protocolado na semana passada e seguiu para a Procuradoria da Assembleia, que deverá hoje se pronunciar sobre o trâmite a ser seguido na Casa. Após a leitura na sessão, o pedido é enviado para Comissão de Constituição e Justiça, que tem como integrantes os deputados Ezequiel Ferreira (PMDB), Agnelo Alves (PDT), Getúlio Rego (DEM), Kelps Lima (Solidariedade) e Hermano Morais (PMDB). Esse último preside a comissão. O relatório da comissão é remetido para o plenário da Assembleia e, caso seja pela procedência do pedido, é instaurada uma comissão especial. Pelo regimento da Casa, a abertura dessa comissão pode também ensejar o pedido de afastamento da governadora por 180 dias. No entanto, o que há de concreto neste momento é o pedido do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde (Sindsaúde), que foi assinado também por dois vereadores de Natal, Amanda Gurgel (PSTU) e Sandro Pimentel (PSOL). O parlamentar do PSOL explicou que a defesa do impeachment ocorre pela “improbidade administrativa” cometida pela governadora. “No pedidos são elencados vários itens desde a falta de zelo na saúde pública, segurança. Fatos que ficaram evidenciados com a greve do Itep, onde as pessoas depois que morrem são tratadas com desdém”, disse o vereador. Sandro Pimentel acusa a gestora estadual de deixar o Estado “sem governo”. A Constituição Estadual, no seu artigo 65, traz o trâmite que será seguido em caso de pedido de impeachment do gestor estadual. O procedimento começa a partir da criação de uma comissão especial formada por cinco deputados e cinco desembargadores do Tribunal de Justiça. No entanto, a formação desse grupo só se dará se tiver admissibilidade do pedido na Comissão de Constituição e Justiça e aprovação no plenário da Assembleia. Copiado d Jornal Tribuna do Norte.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

PREFEITO E VICE PREFEITA DE MARCELINO VIEIRA SÃO CASSADOS

Prefeito e vice de Marcelino Vieira são cassados; Presidente da Câmara assume a administração O juiz da 60ª Zona Eleitoral de Marcelino Vieira, João Afonso Pordeus, determinou a perda do mandato do prefeito de Marcelino Vieira, José Ferrari (PR) e da vice prefeita Tâmisa Tébita (PSD). Na sentença o juiz reconheceu a prática de captação ilícita de votos. O magistrado determinou que a Presidente da Câmara, Verônica Rodrigues (PP), assuma imediatamente o Executivo municipal, até que seja realizada uma nova eleição, já que o Prefeito eleito José Ferrari obteve mais de 50% dos votos válidos. Dessa forma, o município será administrado interinamente, pela primeira vez, por uma mulher. O prefeito cassado pode recorrer da decisão e caso consiga uma liminar, poderá responder o processo no cargo. Copiado de Ivanúcia Lopes.