terça-feira, 25 de julho de 2017

QUEM SOU EU E UMA POESIA DE CLÓVIS CARDOSO

Quem sou eu.

Eu Nasci em Marcelino Vieira,
Cidade encravada no meu nordeste,
E, me considero um cabra da peste,
Que faz poesia sem qualquer canseira.
Faço poema, até por brincadeira, 
Não tenho na família cantador,
Entretanto, tem muito glosador
Tenho Avô,  tio, sobrinho e irmão,
Que alegram as noites do sertão 
Com poesias, serestas e muito amor.
2
Sou José Lindomar de Paiva Neto
Dedeca era apelido de meu Pai,
Que pediu-me, meu filho enraizai
Esse apelido,  bonito e correto,
E, assim, o adotei e o fiz certo
E até hoje eu seguro essa peteca
Assinando de modo bem sapeca,
Sem ficar nem um pouco amuado 
E o nome que gosto de ser chamado
E assino como DEDÉ DE DEDECA.

Natal (RN), 18 de julho de 2017.

DEDÉ DE DEDECA.

Fiz para me apresentar ao Grupo "NORDESTE E POESIA", no qual fui aceito hoje.
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Nos contou Dr. Pedro Cardoso (Doquinha, falecido), que seu irmão, Clóvis Cardoso, também falecido e, a quem chamava de Tio Clóvis, estava este na balaustrada perto do 
Hospital Miguel Couto observando a beleza do oceano quando começou a chover em toda orla, quando ele disse eu vi o mar tomando banho, incontinente fez o mote: 

Mote
Em cima do mar chovia,
Vi o mar tomando banho.

Glosa: 

De vez em quando eu ouvia 
O trovão estremecendo
E o tempo escurecendo, 
Em cima do mar chovia. 
Com o olhar não se media 
A chuva tal o tamanho, 
Isto não me é estranho, 
Mas é de rara beleza,
É obra da Natureza,
Vi o mar tomando banho. 

Clóvis Cardoso.





Enviado do meu iPhone

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