ASSADEIRA
DE CASTANHAS
Esta, muita gente usou,
E às vezes se queimava,
Era quente pra valer,
Quando a castanha assava,
O bom era aproveitar,
O fruto quando torrava.
Umas torravam demais,
Se a gente se descuidava
Não dava nem pra quebrar
E a gente se aperreava,
Aquelas não se vendiam
Já que ninguém as “comprava”.
Natal (RN), 23 de Novembro de 2015.
Dedé de Dedeca.

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